Em Sua soberania e poder, Deus usou a Paulo para levar o evangelho aos não Judeus principalmente.
Mesmo enfrentando diversas dificuldades e sofrimentos, não desistiu de cumprir a ordem de Jesus, quando O encontrou no caminho de Damasco.
Estas provações o acompanharam quando foi à Grécia, a Corinto, às regiões da Ásia, a Éfeso, Macedônia entre outros lugares, mas não impediram que através de sua vida e de suas mãos, Deus realizasse muitos milagres.
Assim como muitos criam no Evangelho de Cristo outros rejeitavam e passavam a perseguir Paulo ainda mais, entre eles os judeus.
Mesmo tendo sido preso e agredido e, apresentado sua legítima defesa como judeu convertido ao Sinédrio, como cidadão romano a Félix, Festo e ao rei Agripa, manteve firmeza inabalável, encontrando em cada ocasião, uma oportunidade de pregar o Evangelho de Cristo.
Após a decisão de Agripa e Festo, de o encaminharem à Roma para lá ser julgado por César, tendo embarcado no navio com destino à Roma, foi avisado pelo anjo do Senhor sobre o naufrágio que haveria, e que seriam salvas as duzentas e setenta e seis pessoas que estavam no navio; em todos os momentos vividos, testemunhou do amor de Deus, sendo obediente ao Centurião Júlio, quem o conduzia até Roma com os demais presos.
Avisou ao Centurião e aos que estavam a bordo, sobre o naufrágio que haveria e que todos sobreviveriam.
Após o naufrágio chegaram a uma ilha chamada Malta e, após serem humanamente acolhidos pelos indígenas daquela região, comprovaram o poder e a ação de Deus na vida de Paulo, desde quando foi mordido por uma serpente e nada lhe aconteceu, quando curou o pai de Públio, um dos homens principais da ilha, até quando curou outros muitos enfermos que residiam naquele lugar.
Continuou testemunhando e falando do Evangelho de Cristo quando chegou à Roma, seja para os judeus ou gentios.
Aprouve Deus permitir que Paulo ficasse preso, mas, por ordem do centurião, ficou em uma casa alugada, onde por dois anos inteiros falou do amor de Deus a todos quantos pode receber, sem qualquer impedimento.
Para refletirmos: Falemos do Evangelho de Cristo e do Amor de Deus incansavelmente, aproveitando cada ocasião, com o propósito de levar a vida eterna com Deus às gerações.
Certamente Ele nos sustentará em tudo.
Atos dos Apóstolos - caps. 18 a 28
Introdução O registro da prisão de Jesus é um dos momentos mais marcantes dos Evangelhos. Entre promessas de fidelidade e medo diante da perseguição, encontramos um contraste profundo entre as intenções dos discípulos e suas ações quando confrontados com a realidade. Mateus 26:31-35 e 56 nos apresenta um drama humano e espiritual: a promessa de Pedro de nunca abandonar Jesus, a advertência de Cristo sobre a fraqueza humana e, por fim, o abandono total do Mestre pelos discípulos. Esse episódio traz lições profundas para nossa vida cristã, especialmente em tempos de provação. Nesta reflexão, exploraremos detalhadamente esse trecho bíblico, sua exegese , aplicação prática e como ele nos convida a uma decisão: permaneceremos firmes ou fugiremos quando a fé for testada? 1. O Contexto de Mateus 26:31-35 e 56 A última ceia havia terminado, e Jesus caminhava com Seus discípulos para o Getsêmani. Ele sabia o que estava por vir: traição, prisão, julgamento e crucificação. Em um momen...
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