Pular para o conteúdo principal

A FIGUEIRA E OS SINAIS DOS TEMPOS

Mateus 23:27, 28 Mateus 24:3 a 6, 14, 24, 27, 30 a 33

Após Jesus ter dado um recado duro e verdadeiro aos doutores da lei, sobre a forma como agiam, diante da forma como ensinavam, lamentou por Jerusalém e seu povo, quanto à dureza de coração e cegueira espiritual, informando que somente veriam o Mestre novamente em Sua segunda vinda.
Em seguida, ao ser questionado pelos discípulos quando estas coisas aconteceriam, recomendou que tivessem cautela e atenção para não serem enganados, ouvindo falsos Cristos ou falsos profetas e seus ventos de doutrina, mas, que estivessem em constante vigilância observando cada acontecimento. Como discípulos de Cristo, portanto, seus aprendizes e seguidores, continuemos atentos, cautelosos e em perfeita sintonia com Seus ensinos, Sua Palavra e Seus propósitos, certos de que Ele voltará para buscar a todo àquele que n’Ele crê como seu Único Salvador e Redentor.
Observemos com atenção as estações da nossa vida espiritual, tomando o exemplo da figueira e dos acontecimentos, citados por Jesus nos versículos 32 e 33 do capítulo 24 - Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. 
Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.
Fiquemos atentos aos sinais de Deus. 

Mateus 23:27, 28
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia.
Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.

Mateus 24:3 a 6, 14, 24, 27, 30 a 33
E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.
E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.
Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.

Comentários

Postagens da Semana

Vencendo Obstáculos e Conspirações

Atos dos Apóstolos 17:1 a 9 Mesmo diante de obstáculos e conspirações, engenhadas por àqueles que não criam na mensagem do Evangelho de Cristo, Paulo e Silas, continuaram anunciando as Boas Novas sob a orientação e direção do Espírito Santo, e com o apoio dos cristãos em Tessalônica. Eram tempos difíceis e, mesmo diante de inúmeras perseguições, o Evangelho se propagava por meio de Paulo e Silas, bem como dos demais apóstolos e cristãos que encontravam em cada obstáculo, uma oportunidade de levar a mensagem do Amor de Cristo a quantos pudessem. Sigamos o exemplo daqueles cristãos, sempre encontrando uma oportunidade em cada obstáculo apresentado, visando alcançar a quantos pudermos, com a mensagem do Amor de Cristo e da Vida Eterna com Deus. Tenha um abençoado dia! Atos dos Apóstolos 17:1 Tendo passado por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga judaica. 2 Segundo o seu costume,   Paulo foi à sinagoga e por três sábados discutiu com eles com base ...

“Você me ama?” – Reflexão sobre João 21:15-17 e o Chamado à Transformação

No evangelho de João, encontramos uma das passagens mais emocionantes e transformadoras da Bíblia: João 21:15-17. Esse diálogo entre Jesus e Pedro, após a ressurreição, carrega lições profundas sobre restauração, amor e propósito. Ao explorar esse texto, somos convidados a refletir sobre o impacto dessas palavras em nossa jornada espiritual e a tomar decisões que podem transformar nossas vidas. O Contexto de João 21:15-17 Após Sua ressurreição, Jesus apareceu várias vezes aos discípulos, fortalecendo sua fé e preparando-os para a missão que estava por vir. Em João 21, encontramos Jesus junto ao Mar da Galileia. Os discípulos, ainda incertos sobre como prosseguir após os eventos traumáticos da crucificação, haviam voltado a pescar, sua antiga profissão. Depois de uma noite infrutífera no mar, Jesus os orienta a lançar novamente a rede, realizando um milagre que os relembra de Sua autoridade divina. Ao perceber que era Jesus, Pedro não hesita e mergulha na água para encontrá-...

Quando Oramos Intensamente, Deus Faz Coisas Inexplicáveis

Atos dos Apóstolos 12:5 a 17 Sabendo que Pedro estava preso, guardado por quatro escoltas de quatro soldados cada, portanto, dezesseis soldados, e que seria submetido a julgamento por Herodes, que intencionava agradar aos judeus, a igreja decidiu orar intensamente, clamando a Deus por socorro e providência, porque humanamente não havia mais nada que pudesse ser feito. Deus que conhecia os corações dos cristãos que a Ele clamavam, milagrosamente libertou a Pedro, quando enviou um anjo, que conduziu Pedro, fazendo-o passar por toda a guarda e a porta da prisão, sem que ninguém percebesse. O maior milagre desta ocasião não foi a libertação de Pedro, diante daquela escolta robusta, mas, o agir e o mover de Deus, quando ouviu as orações daqueles cristãos que sincera e fervorosamente clamavam por providência Divina, diante da injusta prisão de Pedro. Sigamos o exemplo daqueles cristãos, levando nossos anseios e preocupações a Deus, com sinceridade, intensidade e fervor, certos de que o Se...